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    Desmentido de notícia no Jornal Expresso

    quinta-feira, 9 de Março de 2017
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    ​A Sonangol vem desmentir de forma categórica o título e teor da notícia “Chevron e Sonangol de costas voltadas”, publicada no jornal Expresso, em Portugal, no suplemento de economia constante da edição de 4 de Março de 2017.
     
    Ao contrário do que ali é referido, as relações entre as duas empresas, Chevron e Sonangol, encontram-se num patamar de excelência, reflectidas, aliás, na adopção de valores e métodos comuns para corresponder às exigências actuais do mercado internacional de petróleo.
     
    A presidente do conselho de administração da Sonangol não teve nenhum encontro em Paris com o presidente da Chevron, John Watson, pelo que a alegada “arrogância” que é descrita na notícia como tendo sido assumida pela Engª Isabel dos Santos não passa de uma pura fantasia.
     
    A contrariar esta notícia, totalmente infundada, há que sublinhar a existência de uma reunião em Londres entre os presidentes da Sonangol e da Chevron, que teve um saldo muito positivo e produtivo para o futuro das duas empresas. Aliás, depois deste encontro já decorreram outras reuniões entre os representantes de ambas as empresas.
     
    A reunião na capital inglesa deu origem a várias reuniões ao mais alto nível entre a Chevron e a Sonangol que trouxeram a Luanda dois dos principais responsáveis da companhia norte-americana, Jay Johnson, vice-presidente da Chevron, e Ali Moshiri, então presidente da Chevron África e América Latina.
     
    Este tipo de contactos vai continuar esta semana, em Houston, à margem da cimeira mundial dos petróleos, entre a PCA Isabel dos Santos, os administradores Eunice de Carvalho e Edson dos Santos, por parte da Sonangol, e Clay Neff, actual presidente da Chevron África e América Latina. A importância destas reuniões para a Chevron pode ser aferida pela participação do Managing Director da Chevron Angola que se deslocou propositadamente a Houston para este efeito.
     
    A Sonangol lamenta, uma vez mais, que o jornal Expresso continue a veicular, de forma insistente, notícias sobre a companhia que carecem de absoluto fundamento e que, no limite, causam evidentes prejuízos ao bom nome da empresa.